sexta-feira, 24 de outubro de 2014

Conferência : "UNCERTAIN SPACES - Visual configurations in contemporary art and museums"

31 de Outubro e 1 de Novembro de 2014: Fundação Calouste Gulbenkian

O Colectivo de Curadores tem muito gosto em anunciar a sua participação na conferência UNCERTAIN SPACES, sessão 01: Online Collections, Archives and Databases a ter lugar no dia 31 de Outubro na Fundação Calouste Gulbenkian em Lisboa, com a apresentação e discussão do ProjectoMap - Mapa de Artistas de Portugal.
Um projecto de divulgação da arte contemporânea, lançado em 2011, inédito a nível nacional, plataforma online que apresenta um mapa em constante crescimento e que conta com cerca de 200 artistas; uma ferramenta essencial de pesquisa na produção artística contemporânea.
A base de dados sobre a cena artística de Portugal.
Organizado pelo Unplace

sábado, 18 de outubro de 2014

José Pedro Croft - Objectos Imediatos

INAUGURAÇÕES

Fundação Carmona e Costa, 18 de Outubro, 18.30
Torreão Nascente da Cordoaria Nacional, 24 de Outubro, 22.00


A exposição Objectos Imediatos, de José Pedro Croft, é o resultado da colaboração entre a Câmara Municipal de Lisboa e a Fundação Carmona e Costa

Dividindo-se por dois espaços (a Fundação Carmona e Costa e o Torreão Nascente da Cordoariaa exposição apresenta trabalho sobre papel e escultura dos últimos doze anos.
Muitas das obras agora a apresentadas são inéditas, ou nunca foram apresentadas em Portugal, revelando o desenvolvimento do trabalho de José Pedro Croft numa escala a que o público não tinha acesso desde a exposição antológica realizada no CCB em 2002. As ligações entre o trabalho que o artista vem realizando em papel - nomeadamente através da prática da gravura - e a escultura são aqui colocadas em evidência, permitindo compreender melhor as articulações internas do seu percurso artístico.

Com curadoria de Delfim Sardo, a exposição é também a ocasião para a publicação, pela Documenta, de um catálogo homónimo que regista amplamente o período tratado na exposição. Para além do curador, o catálogo inclui ensaios do filósofo espanhol Amador Vega e do curador e crítico João Silvério. 

Bibli. Press release da exposição

terça-feira, 14 de outubro de 2014

MASTERCLASS | DANIEL BLAUFUKS - 'REGRESSO A TEREZÍN'

MASTERCLASS I 17 OUTUBRO > 19H00 I GRANDE AUDITÓRIO FBAUL I ENTRADA LIVRE
PROJETO SONAE/MNAC Art Cycles
A aula decorrerá da apresentação do trabalho “Terezín”, iniciado a partir de uma imagem do escritor WG Sebald em 2006, exposto em 2007 e publicado em livro em 2010, e que terá uma abordagem mais recente numa parte da exposição TODA A MEMÓRIA DO MUNDO, PARTE UM em Dezembro no Museu do Chiado.

DANIEL BLAUFUKS
Daniel Blaufuks utiliza principalmente fotografia e vídeo, apresentando o resultado através de livros, instalações e livros. tem trabalhado na relação entre fotografia e literatura, através de obras como My Tangier com o escritor Paul Bowles. A relação entre o público e o privado tem sido uma das constantes interrogações no seu trabalho. Utiliza principalmente a fotografia e o video, apresentando o resultado através de livros, instalações e filmes. Algumas das suas últimas exposições foram no Centro de Arte Moderna, Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa, Palazzo delle Papesse, Siena, LisboaPhoto, Centro Cultural de Belém, Lisboa, Elga Wimmer Gallery, New York, Museu do Chiado, Lisboa, Ffotogallery, Cardiff, e Photoespaña, Madrid, onde o seu livro Sob Céus Estranhos recebeu o prémio de melhor edição internacional do ano de 2007. Neste ano foi galardoado igualmente com o prémio BES Photo. Publicou Terezín pela editora Steidl, Göttingen, em 2010 e Fábrica, Pierre von Kleist, Lisboa, em 2013, entre outros livros.
Está actualmente a fazer o doutoramento na Universidade de Wales e terá uma exposição no Museu do Chiado em Dezembro de 2014.
Mais informações em http://www.danielblaufuks.com 
Bibli. Press release do evento

segunda-feira, 13 de outubro de 2014

TOUR DU MONT-BLANC - Pedro Vaz



Na origem deste projecto existe uma viagem pedestre em torno do “tecto da Europa” -Tour du Mont Blanc.  Trilho este que, envolto das paisagens das grandes montanhas nevadas dos Alpes, dos seus glaciares, florestas nativas e planícies rochosas, parece revelar, preservando, a origem da vida selvagem. 
Ao longo desta travessia, com a distância de 174 km e 12 dias de viagem, foi feito um levantamento fotográfico a partir de uma regra de distâncias definida pela dimensão da própria natureza envolvente. Entre cada porção de distância foram produzidas duas fotografias, respectivamente, o lado esquerdo e o lado direito da paisagem, de modo a cobrir todo o ângulo de visão frontal. 
A sua apresentação requer um suporte específico de projecção, constituído por duas grandes telas de madeira - que quando juntas constituem um panorama - unidas ao centro por um ângulo de 120º, pretendendo respeitar exactamente o ângulo que distanciou nas captações, esquerda e direita, durante o percurso no TMB.


Sobre Pedro Vaz 
Pedro Vaz (1977) iniciou o seu percurso artístico na galeria Módulo - Centro Difusor de Arte, Lisboa, em 2005. É graduado em Artes Plásticas Pintura, pela Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa em 2006.
No presente ano é premiado no concurso internacional Beers Contemporary Award for Emerging Art, em Londres, e recebe apoio para o desenvolvimento do projecto Tour du Mont-Blanc por parte da Fundação Calouste Gulbenkian e da Duplacena.
Ainda este ano, irá participar na colectiva Pedro Vaz X João Queiroz, no CAPC - Círculo de Artes Plásticas de Coimbra e apresentar o projecto Tour du Mont-Blanc, inserido no Festival Temps d’Images, em Lisboa.
Tem agendado para 2015 a exposição individual Mont-Blanc, na Galeria 111 em Lisboa e no Porto.
Pedro Vaz, vive e trabalha em Lisboa.

MNAC - Jardim de Esculturas  | 
2014-10-15
2014-10-16 | entrada livre

Bibli. Press release do evento






terça-feira, 7 de outubro de 2014

Abertura dos Ateliês de Artistas (AAA) - 5ª Edição, Outubro de 2014 nos dias 17, 18 e 19.



A vernissage de inauguração da 5ª Edição das AAA terá lugar no Jardim de Inverno do São Luís Teatro Municipal de Lisboa, no dia 14 de Outubro entre as 18h e as 21h.
Na semana seguinte, nos dias 17, 18 e 19 de Outubro, os artistas abrirão as portas dos seus ateliês ao público entre as 15h e as 20h.

É o 5º ano consecutivo em que a Associação Castelo d´If, dinamizada por dois especialistas em educação artística, Hilda Frias e Carlos Alves, realiza este evento da maior relevância no panorama das Artes Visuais em Portugal, em ligação e intercâmbio com a sua congénere de Marselha, a Associação Château de Servière, que há mais de dezasseis anos promove as OAA, Ouverture d´Ateliês d´Artistes, naquela cidade e este ano também com a Associação ACCA de Turim

Na edição deste ano, a organização manteve a qualidade do evento, garantindo uma ampla participação de ateliês e artistas, nacionais e internacionais.
O folheto do evento, com um mapa de Lisboa, que interpela pela novidade do roteiro, convida à realização de percursos nunca realizados e à descoberta da arte, nascida na cidade e dos seus criadores. O encontro com os artistas proporciona ao público a oportunidade rara do contacto com os espaços da criação, a aproximação real ao processo criativo e suas linguagens.
A Abertura dos Ateliês é uma Festa da cidade! Durante os dias deste encontro assistimos à intensa circulação de públicos mais específicos do mundo profissional da arte, estudantes, coleccionadores, professores, galeristas, críticos e outros agentes da arte, desfrutando, recolhendo informações, estabelecendo contactos e promovendo oportunidades, negócios e intercâmbios.
A riqueza cultural e o clima de grande abertura e tolerância que caracterizam este acontecimento são os principais ingredientes para o nosso convite a uma grande participação.

Para informações complementares e acesso ao roteiro aceda a  www.castelodif.com  ou aos pontos habituais de divulgação cultural e, particularmente, ao posto de Turismo no Restauradores.


Press release do evento

quarta-feira, 1 de outubro de 2014

“Où va-t’-on?”



(ANA VIDIGAL na SALA DO VEADO)


Tudo isto são restos. Restos de momentos que ninguém quis, porque não gostaram de se ver, restos do primeiro filme em que me lembro de ter chorado.  Restos de frases que roubei, de textos que  me deram, de coisas  que li e nunca esqueci. São coisas assim aos cacos mas todas juntas. E é tudo uma contradição. Enquanto luto pelo esquecimento da imagem capturada, procuro uma nova que só existe provocada pela sensação da que está  por baixo. Mas acho que isto é o normal para quem quer mostrar o seu  passado,  tapando-o. No fundo no fundo andamos sempre a jogar às escondidas.


Ana Vidigal


Bibli. Press release da exposição